Mostrar mensagens com a etiqueta guardaroupa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta guardaroupa. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, setembro 11, 2015

GUARDA-ROUPA || O casaco

Na semana passada comprei "O casaco". Chamo-lhe "O casaco" porque para além de querer um há imenso tempo (anos mesmo!), vejo-o como um essencial no armário de qualquer mulher. Seja ele realmente de cabedal e a valer balúrdios numa loja, ou imitação de cabedal e ser mais acessível para a carteira da maioria da população, há, pelo menos, um casaco destes a morar na casa de quase todas as meninas - e se não mora, tenho a certeza que algumas delas querem adquirir um. 

"O casaco", para além de bonito e bastante versátil - fica incrivelmente bem com quase tudo -, é um óptimo amigo para os dias e noites frescas. É também um casaco que te pode fazer parecer um chouriço, dependendo da camisola que tens vestida por baixo, mas ao menos faz-te parecer um chouriço com estilo, portanto nem tudo é negativo. 

Quando era mais nova, pensava que, quando comprasse um casaco destes e o utilizasse, fosse parecer uma espécie de motard toda gira, com um casaco brutal - o típico filme que qualquer adolescente faz na sua cabeça por qualquer razão. No entanto, o que a Adriana de 20 anos pode dizer à Adriana de 15 é que não parece uma motard toda gira (até porque não tem mota), mas que tem um casaco brutal. Ao fim de tanto tempo, o casaco já mora no meu armário.

Imagem da minha autoria, não utilizar sem autorização prévia

sábado, junho 28, 2014

GUARDA ROUPA | Fica ou vai?

A minha avó e a minha mãe passam o tempo todo a refilar comigo. "Tens tanta roupa e vestes sempre o mesmo", "Só sabes é comprar roupa e depois fica tudo acumulado", "Só gastas é dinheiro em roupa e andas sempre com a mesma camisola", e "Qualquer dia queimo-te a roupa toda que vestes, para começares a vestir aquelas peças que estão ali num canto" são as frases mais proferidas por elas, e admito que a última faz-me rir imenso porque a minha avó faz sempre uma cara tola quando a diz. Admito que há coisas que elas dizem acertadamente, e isso aplica-se ao que elas dizem da roupa. Há roupas que tenho que estão na gaveta porque me custa imenso dar, mas essa roupa hoje vai. Essa e as outras que já não me servem ou que não gosto. 

Há sempre alturas em que me dá na cabeça e faço uma limpeza ao meu armário e às minhas gavetas, e hoje foi um desses dias. Acabei agorinha mesmo de fazer essa limpeza, e dei por mim a tirar toda a roupa que tinha numa das gavetas e pus num saco para dar para a caridade. São, no total, 15 camisolas para doar a quem mais precisa, e estou bastante contente com isso. Não contente por ter tanta roupa que já não usava, mas contente porque vou ajudar quem mais necessita, e sinto-me muito bem a fazer isso, porque todos nós devemos ajudar quem pouco ou nada tem (este assunto fica para outro post, porque acho uma temática bastante interessante para ser falada).

A limpeza de hoje foi um pouco (bastante) radical, porque como toda a gente, tenho umas peças de roupa predilectas em relação às outras que não me servem, mas que me custam sempre dizer "esta vai", mas hoje até essas foram. Senti que estavam a ocupar espaço e que, na verdade, já lá não estavam a fazer nada. Claro que caso a minha irmã queira - e que vá usar mesmo! - ela fica com elas, mas caso contrário, será o adeus eterno que estive a adiar por uns meses ou até por uns anos. Mas lá está, têm mesmo que ir. 

Com tanta roupinha que tirei das minhas gavetas hoje, já está tudo organizado e eu já estou com a consciência mais tranquila por ter no meu armário apenas roupa que use, e já me sinto mais leve e mais free de ouvir reclamações por parte da minha mãe e da minha avó (apesar que isto vá demorar pouco tempo, para a semana elas já vão começar de novo com a conversa do "tens tanta roupa e andas sempre com o mesmo", mesmo que dessa vez já não seja verdade). 

Imagem retirada da internet