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domingo, outubro 04, 2015

OH, LOVELY || Autumn, what else?

Para celebrar o primeiro dia em que senti o Outono a rondar as ruas, hoje escrevo sobre as coisas que fazem com que o Outono contribua para uma Adriana feliz, preenchida, e com o coração bem quentinho.

As cores.
Os meus tons favoritos chegam com o Outono. As árvores vestem-se de amarelo, cor-de-laranja, vermelho, e castanho, as novas colecções das lojas são, predominantemente, com estas cores. São cores bonitas, quentes, e mega confortáveis que me fazem sentir em casa. 

Folhas no chão.
Apesar de ser no Inverno que as árvores se despem totalmente, no Outono as meninas já começam a dar o ar da sua graça. Algumas folhas no chão fazem-me lembrar momentos da minha infância, em que juntava um molho enorme delas, saltava lá para cima, e ria-me que nem uma perdida; sentia que atingia o auge da felicidade com algo tão simples. Tenho 20 anos, ainda o faço e ainda me sinto tão feliz como quando era pequena.

Velas, velas, velas. 
Outono e velas: haverá melhor combinação? Venham as velas de baunilha, de maçã e canela, de cheiro a lareira, e tantas outras que me fazem lembrar esta estação do ano. Tenho sempre uma vela acesa no meu quarto, independentemente da época, mas os cheiros outonais são os meus favoritos. Paraíso, és tu?

O frio está a chegar.
Costumo dizer que pertenço ao frio, sendo essa uma das minhas coisas favoritas do Inverno, e vejo o Outono como uma espécie de aquecimento e preparação para o frio da próxima estação do ano. O tempo instável que por vezes nos faz levar algo mais quente por cima de uma camisola mais fresca (ou vice-versa) consegue ser extremamente irritante, mas há que ver os aspectos positivos das coisas, há que os ver!!
Cachecóis à volta do pescoço.
São peças chave no meu armário e na minha roupa desta estação. Com os dias mais frios, queremos andar mais tapados, confortáveis, e giros. Sejam eles com quadrados, com outros padrões, ou lisos, os cachecóis são essenciais para tapar o pescoço e safar-nos de umas "belas" constipações.

Bebidas quentinhas.
Sumos e refrescos no Verão e Primavera, bebidas quentes no Outono e Inverno. O que sabe melhor que um chocolate quente, um capuccino, uma chávena de chá, ou uma daquelas bebidas com abóbora, que agora estão muito em voga, enquanto estamos em casa, no quentinho? E, para quem não é fã de passar dias em casa, pode também aproveitar bebidas das suas cafetarias favoritas, ao mesmo tempo que passa algum tempo de qualidade a apreciar a vista, a falar com as amigas, ou até mesmo a passear.

"Olha a castanha!"
Confesso que não sou fã de castanhas. Não as suporto, sejam elas assadas, cozidas, ou misturadas em qualquer comida; comigo vão sempre para "a borda do prato". No entanto, sou mais que a favor da venda de castanhas na rua devido ao cheiro que paira no ar. Uma das minhas coisas favoritas no Outono é acabar as aulas, apanhar o metro e sair no Marquês de Pombal, estar a subir as escadas para a saída a estação e sentir o cheiro das castanhas. Adoro, adoro, adoro.


Estar em casa.
Adoro passear, mas o Outono faz com que o meu conforto e vontade de estar em casa ganhe o meu coração. No Outono as séries voltam (fiesta!) e com elas voltam as mantas. Fora os dias de aulas, ficar sentada no sofá, tapada pela minha manta aos quadrados pretos e vermelhos, a ler ou ver séries, enquanto seguro com as duas mãos uma bebida quente, parece-me ser um excelente plano.

Halloween.
Se celebro o halloween? Não todos os anos. Se já o fiz? Já. Se gostei? Adorei. Já perdi o costume de me mascarar e celebrar o halloween com os meus amigos, mas tenho excelentes memórias de quando o fazia. Esta festividade é parte integrante do Outono, e mesmo não sendo uma tradição em Portugal, adoro quando crianças vêm bater à porta de casa - como eu antes fazia com os meus amiguinhos - e pedir "doçura ou travessura". Acrescentando a isto, não resisto a um bom filme de halloween, pregar partidas, ou ver na televisão as casas cheias de decorações!

Decoração aconchegante.
Nova estação, nova decoração. É algo que tento sempre implementar no meu quarto. Sinto-me muito mais envolvida no ambiente que está fora de casa e tento sempre jogar com isso. Por norma, no Outono a decoração é sempre muito mais cozy e adoro isso. Inspiro-me muito em sites de decoração de interiores, tal como em vídeos de DIY que encontro no youtube.

fonte: weheartit

quarta-feira, fevereiro 11, 2015

OH, LOVELY || (Des)organização

Não me considero uma pessoa organizada. Não ando nem tenho agendas para apontar as coisas, e mesmo que tivesse, tenho 101% de certezas de que me iria esquecer de a tirar da mala para apontar o que quer que fosse, desde testes, a trabalhos, o que significa que a minha agenda iria só servir para andar a passear e a ver novas paisagens. Já me esforcei muito para ter uma agenda e apontar tudo nela, mas isso foi sol de pouca dura, tendo durando por apenas uns 2 ou 3 dias. Também não tenho o hábito de meter lembretes ou coisas importantes no calendário do telemóvel, digo sempre que me vou lembrar depois. Misturo sempre os cadernos das disciplinas e os textos e fichas soltas, e fica tudo num monte, ao molho e faz-me lembrar a cena dos zombies a tentar subir o muro do filme "World War Z" com o giraço do Brad Pitt. Organizo-me melhor na minha desorganização, mesmo dentro do meu próprio quarto. Tento mantê-lo sempre arrumadinho e organizado mas a verdade é que, se tudo estiver no sítio, nunca sei onde coloquei as coisas, enquanto que sei onde as meto caso as coisas estejam um pouquinho mais desorganizadas. Acho que tenho mais facilidade em encontrar as coisas assim porque tomo mais atenção ao sítio onde as coloco. 

A verdade é que, mesmo com todo este "pedido de socorro", já fui muito pior. Quando entrei no secundário melhorei bastante esta minha faceta, e mesmo com toda esta desorganização actual, fiquei extremamente espantada quando me apercebi da falta de organização que me preenchia anteriormente. Era mesmo ao ponto de puxar os cabelos e andar feita louca, porque andava "perdida" com toda a falta de organização da minha parte. Contudo, fiz uma promessa a mim mesma e vou tentar começar a utilizar agendas e a pôr os cadernos por ordem, tal como todos os textos. Irei começar a decorar os sítios das coisas, quando tenho o quarto totalmente organizado. Vou fazer o esforço para apontar coisas importantes no telemóvel, seja para mim ou para os outros. Quero sair da desorganização e vou tentar fazer por isso este semestre, senão afogo-me em papéis e datas. E eu ainda pretendo viver mais uns bons anos. 

Fonte: weheartit.com

quinta-feira, fevereiro 05, 2015

OH, LOVELY || Demónios

Eu sou a minha pior inimiga, tenho a plena noção disso. Digo isto porque tenho medo do fracasso, do meu próprio fracasso; e quem o provoca sou eu. Apesar de também passar pelas mãos dos outros, sinto que depende só de mim. É uma luta interna com a qual me debato desde que me lembro. Sou demasiado perfeccionista e não suporto a ideia de ir contra isso, de falhar nos meus objectivos e nos meus sonhos. Posso tentar arranjar desculpas para uma má nota "ah, a matéria era muito complicada", " a professora era inacessível", mas a verdade é que ou não dei o melhor de mim, ou dei tudo o que podia e eu sou o meu ponto fraco, eu provoquei realmente isto. Quem diz uma nota que tenha na escola, diz qualquer outra coisa que faça parte da minha vida. 

Trabalho quase sempre ao máximo para ser excelente e as recompensas nunca são o que eu realmente ambicionava. E aí só posso atribuir a culpa a mim mesma, porque fui eu quem se esforçou, ou fui eu quem disse "estou-me a marimbar para isto". Mas o "quase" não chega. Nunca chegou e nunca vai chegar, seja para mim ou para qualquer outro ser humano. 

Na minha cabeça vive constantemente um "eu não consigo" e isso apodera-se de mim, porque a mente comanda o resto. Por muito que tente negar e ser positiva, os demónios prevalecem. É mau, muito mau, mas mesmo que tente dar o melhor de mim e dizer que vou conseguir fazer as coisas, acaba sempre por correr tudo mal, porque a minha cabeça é fraca e deixo-me influenciar pelas coisas más que vivem dentro de mim, pelas minhas inseguranças e por falta de defesas. 

Sou um ser humano que nunca foi minimamente segura de si, e isso tem-me vindo a afectar profundamente, muito mais do que alguma vez esperava. Crio as minhas fortalezas e muralhas, mas por dentro sou o mais sensível que existe, a pessoa mais fraca que conheço. Inimigos para quê, se já me tenho a mim?

Fonte: weheartit.com

segunda-feira, fevereiro 02, 2015

OH, LOVELY || Provas

Sou daquele género de pessoas que só acredita nas coisas quando as vê à frente, ou tem provas palpáveis de que algo realmente aconteceu ou existe. Este é um traço da minha personalidade que é muitas vezes mal interpretado porque, por norma, as pessoas pensam que não confio na palavra delas, por muito que confie na pessoa. Sempre fui um bocado desconfiada nesse aspecto porque já estive em várias situações em que fiquei mal por acreditar em (quase) tudo o que as pessoas me disseram, tal como depois pode surgir muito "disse que disse". Na altura era mau eu confiar a torto e a direito em relação a este assunto, agora é mau eu desconfiar do mesmo. Prefiro ter provas concretas na minha mão, analisar pelos meus olhos e tirar as minhas próprias conclusões, porque caso contrário posso cair na ilusão criando expectativas, acabando muitas das vezes por me desiludir. Não é desconfiar totalmente, é querer confirmação concreta.

Fonte: weheartit.com

quarta-feira, janeiro 28, 2015

OH LOVELY || Querer não é poder

Nunca tive um animal de estimação que fosse meu. Quando era pequenina, os meus avós tinham um gato chamado Alf que era um autêntico Garfield e, na altura ainda não morava com os meus avós, portanto sempre que vinha cá a casa com os meus pais ia logo brincar com o gato que era maior que eu (diga-se de passagem que eu tinha por volta dos 2/3 anos de idade). Curiosamente, são das poucas recordações que tenho da altura em que tinha essa idade, e de vez em quando a minha cabeça faz-me retomar para essa época e sinto um sorriso a esboçar-se na minha boca. E é aí que me apercebo do quanta falta me faz um animal de estimação. 

Adoro animais, apesar de não passar tempo quase nenhum rodeada de algum, mas gosto imenso deles e sou um alvo muito fácil para me aproximar de um cão quando convivo umas míseras vezes com ele. Quando era pequena e já morava com os meus avós, havia um cão abandonado cá na rua, que foi adoptado por todos os moradores, mas eu insistia diariamente para com a minha avó para trazermos o Bolinhas (era o seu nome) para casa, e era incrível como chorava sempre que ela me dizia que não, que não tínhamos espaço suficiente para trazer o Bolinhas connosco. Quando o Bolinhas morreu, lembro-me de que sofri bastante porque, mesmo não sendo meu e não morando em minha casa, ele era "meu", era da rua inteira, e eu gostava de brincar com ele, mesmo que os meus avós reclamassem comigo porque não sabiam onde ele tinha andado com as patas. Eu queria lá saber, só queria brincar! 

Tal como quando um dos filhos da namorada do meu pai tinha lá a sua cadelinha em casa, eu adorava ir passeá-la, ou até mesmo quando estava com o meu ex-namorado em casa dele, adorava brincar com os cães dele e ir passeá-los; tal como adoro o cão do meu namorado, apesar de ter estado apenas uma ou duas vezes ao pé dele, adorei-o automaticamente. E tudo isto me faz ficar contente, porém triste porque me faz aperceber de que quero, preciso de um cão para me fazer companhia, para ser o meu melhor amigo, para poder cuidar e tratar dele, para o ter perto de mim. Quero um amiguinho que salte para cima de mim e me lamba a cara e que se deite nas minhas pernas e adormeça enquanto lhe faço festinhas. Quero poder ir passeá-lo e correr com ele. Quero ter todas as "dores de cabeça" que um cão dá. "Quero, quero, quero" porém não posso, por agora. E isso custa-me muito. 

Fonte: weheartit.com

terça-feira, janeiro 27, 2015

OH, LOVELY || Ser saudável

Não digo que não sou saudável, porque felizmente sou, mas não tanto como realmente desejo. Tenho um bocadinho de excesso de peso, e isso desequilibra-me logo nesta balança do saudável com a qual me debato. E é exactamente por causa disso que, com o novo ano, comecei a estabelecer algumas metas para mim em relação a este assunto. Não me sinto bem com o meu corpo, com o meu peso, com o que como e com o exercício praticamente inexistente que faço. Isto leva-me a ter motivação para começar a fazer mudanças porque se não estiver bem comigo mesma, a minha vida não vai estar bem também, preciso de um equilíbrio e tudo parte de mim. 

Comecei, acima de tudo, na alimentação. Queria fazer dieta, mas a minha avó não me deixa fazer uma dieta completa porque bem, é avó, e já reclama comigo por eu comer pouco, então se eu começar a fazer dieta, tê-la-ia sempre a dar-me na cabeça. Deste modo, tive que fazer umas adaptações e como o que comia antes, mas sempre em menos quantidade, e sempre sempre seeempre sopa. Para além disso, ela e a minha mãe obrigaram-me a comer fruta ou umas bolachas a cada 2 horas, principalmente durante a época de aulas (esta é a parte mais difícil para mim). Estou também a pensar em começar a provar aqueles batidos ou sumos de vegetais e frutas, alguns deles parecem tão bons e é mais uma maneira de incluir vegetais na minha alimentação. Todavia, ontem cometi o meu primeiro pecado de gordice desde que comecei o plano "Adriana saudável ", e planeio não voltar a comer e beber gordices muitas vezes durante um bom tempo. 

Para além da alimentação, a água é muito, muito importante e isso também é algo que me estou a obrigar a beber mais. Nunca fui uma pessoa de muita água, mas é fundamental para o nosso corpo se manter hidratado. Só que isto de tentar beber pelo menos 1 litro de água por dia está a ser um bocadinho difícil para mim, principalmente nas férias. Durante a época de aulas é-me mais fácil porque ando do lado para o outro e sinto mesmo a falta da água no meu corpo, o que me leva a ingerir muito mais este líquido. 

O exercício físico é um essencial para se ser saudável, quer se tenha ou não excesso de peso. Nunca fui muito ligada a exercício, sou uma preguiçosa assumida, mas revelo que o exercício físico me faz muita falta não são ao físico, mas acima de tudo ao psicológico. Quando andava no ginásio há dois anos atrás, era algo que me fazia muito bem à cabeça porque me conseguia distanciar de alguns demónios que viviam dentro da minha cabeça. Acho que a prática de exercício físico é fundamental para todos nós, e não é preciso querer-se emagrecer para podermos levantar o rabinho do sofá ou da cama, tal como não é preciso um ginásio para podermos passar à acção. O meu exercício ainda se remete a fazer agachamentos, abdominais e a uma espécie de yoga em casa, mas pretendo começar também a fazer caminhadas e, caso aconteça, correr. Com isto, sou fisicamente e psicologicamente saudável, é como uma lufada de ar fresco para mim. 

Isto pode parecer tudo fácil e ideal mas no início foi super difícil para mim porque tive mesmo que meter na cabeça que, se queria melhorar o meu corpo e ser mais saudável, tinha que fazer uma mudança nos meus hábitos (a alimentação não foi super difícil porque não como muitas coisas que fazem mal), principalmente no que toca ao exercício físico. Até agora estou a conseguir manter-me bem neste meu plano, mas tudo porque tenho motivação. E é precisamente graças à motivação que tenho, que consegui dar início a isto e estar melhor em relação a todo este assunto. Ainda me falta imenso para conseguir atingir os resultados que quero, mas sei que, se continuar assim, mais cedo ou mais tarde acabo por os alcançar. Desde que tenhamos força de vontade, conseguimos alcançar o que queremos, embora seja preciso imensa paciência, mas no fim veremos que vale totalmente a pena todo o esforço e dedicação à qual nos proporcionamos. 

terça-feira, janeiro 20, 2015

OH, LOVELY || Ano novo, corte novo

A vida é feita de mudanças, e nós vamos mudando com ela. Acima de tudo, fazemos mudanças em nós e, por vezes, no que queremos. Muitas pessoas se aproveitam do virar do ano e sai das suas bocas "ano novo, vida nova". Não sou "adepta" desta expressão porque acho que isto só acontece se realmente quisermos, em alguns aspectos. Estamos em constante modificação e isso depende de nós, e, como tal, hoje cheguei ao meu "ano novo, corte novo" e ainda estou a passar o processo de adaptação ao meu novo corte de cabelo. A verdade é que, por muito que eu mude de corte e seja de minha vontade, acabo sempre por me arrepender nos primeiros 5 dias, tenho sempre tendência para arranjar um mínimo detalhe para não gostar de como ficou o resultado, mesmo que tenha sido exactamente o que eu pedi que fosse feito. É um "arranjar desculpas" para nunca estar agradada durante esse curto - que me parece enormíssimo - espaço de tempo; porém, na verdade, a mudança só foi possível porque eu a quis, dependeu totalmente de mim. Cá estou eu no meu processo de negação!

Antes que continue nas minhas queixas, deixo-vos aqui um antes e depois do meu cabelo, o "ano velho" e o "ano novo". 

























Apesar de não parecer muito, faz-me uma diferença gigante porque estou (ou estava) habituada a mexer nos meus "longos" cabelos. Para além disso, corei o loiro que tinha do verão, portanto cabelo loiro, agora só a partir de Junho! Apesar disto, o meu cabelo assim curto está muito mais saudável do que estava antigamente, e é a partir de agora (prometo) que o começo a tratar em condições. 

quinta-feira, janeiro 15, 2015

OH, LOVELY || Segredinhos

Desde pequena que os meus pais me ensinam que, se quero dizer um segredo a alguém, que devo fazê-lo quando estou sozinha com a pessoa com quem quero falar, fora do alcance de toda a gente. Não suporto cochichos. Não gosto de ver pessoas a segredar coisas, sejam elas boas ou más, no meio de uma multidão. Sou adepta de que, caso queiram falar em segredo, as pessoas ou esperam pelo momento de se irem embora e falarem depois privativamente, ou de, caso queiram mesmo falar individualmente e estejam num local com mais pessoas, mudem de divisão da casa, ou falem fora do restaurante ou o que quer que seja. Não interessa se estão a falar bem ou mal, não interessa se é sobre esta ou aquela pessoa. Acho que segredar em frente aos outros é uma tremenda falta de respeito para com os outros. 

Algo que também me incomoda bastante é quando as pessoas estão a cochichar sobre outras pessoas que se encontram no mesmo espaço, principalmente se é para julgar alguém ou falar mal. Acho que, caso tenham alguma dúvida, pergunta, seja o que for, que se devam dirigir à pessoa em questão e pedirem qualquer esclarecimento. Sempre fui educada assim, e isto é algo que me faz confusão. Não é que nunca o tivesse feito, porque não sou perfeita e também erro, claro que sim, mas sempre que isto me aconteceu, tentava deslocar-me para outro sítio ou falar com a pessoa. Caso não o fizesse, ficava com a consciência pesada e ia logo falar com a respectiva pessoa. Nunca me senti bem em faltar ao respeito a alguém, e claro que temos atitudes inocentes e ingénuas, mas quando as coisas se repetem consecutivamente, é caso para nos preocuparmos e tentar ser mais educados nesse aspecto.

domingo, janeiro 11, 2015

OH, LOVELY || Fez-se luz

Entrei ontem à tarde de férias, e com as férias, veio uma enorme e muito estranha vontade de dar uma volta ao quarto e ir a todos os cantos e recantos e limpar, arrumar, mudar, acho que conseguem ter uma ideia geral do que estou a dizer. Como disse, uma vontade estranha, porque eu arrumo o quarto todas semanas e tal, mas é tudo muito superficial, é mais arrumar as roupas espalhadas que não tenho tempo nem vontade de arrumar durante a semana, ou organizar os livros para as aulas e tentar desocupar a secretária ao máximo. Mas é raro passar disto, até porque sou uma preguiçosa assumida e odeio limpar o pó porque me faz confusão ao nariz (mas atenção, eu limpo!!!), só que hoje foi uma coisa louca depois de ter ficado a dormir até às 13 horas. De qualquer maneira, não estou aqui para falar da minha (des)organização, mas sim porque tive umas ideias que estou a pensar seriamente em realizar para partilhar aqui no blogue. 

Uma das ideias é fazer uma room tour, e a outra ideia que tive é fazer um género de uma tag que é "10 coisas essenciais no meu quarto". Não sei se já existe alguma tag assim, mas pensei nisto repentinamente e foi algo que me agradou. Admito que a segunda ideia é-me mais fácil de realizar que a primeira, mas atenção, são ideias a ser ponderadas. Até lá, irei fazer updates em relação a isto.

sábado, janeiro 10, 2015

OH, LOVELY || Ingénua e não digo "chega"

Acredito nas pessoas. Nem toda a gente é má e merecem que se acredite nelas. Acredito que as pessoas são boas, por muito más atitudes que tenham. Claro que existem excepções, e essas são aquelas que, por muito boas que possam ser, basta terem muitas atitudes más que deixo de acreditar que são boas. Dou oportunidades a essas pessoas, mas apenas uma, e se vejo que têm atitudes que não são favoráveis, corto logo qualquer tipo de oportunidade que dei. Apesar disso, acredito no que as pessoas dizem, e é aí que me vou desiludindo aos poucos e poucos. Talvez seja demasiado ingénua por acreditar em quase tudo o que me dizem. Porém, sou desconfiada; como digo "eu confio desconfiando", mas isso não é o suficiente para deixar a minha ingenuidade de parte. É óbvio que muitas das vezes faço figura de parva por causa disso, e saio magoada das situações, mas é incrível como não aprendo. Dou voltas e voltas, é como um ciclo interminável, do qual não consigo sair. Ser ingénua e não mudar isso é um dos meus talentos. 

sábado, janeiro 03, 2015

OH, LOVELY || Olá 2015

Honestamente, sou uma pessoa de poucas expectativas. Eu própria me questiono imensas vezes do porquê, e a conclusão a que chego é que acabo sempre por me desiludir quando tenho expectativas em relação a alguma coisa. Há sempre algo que me vai atingir como se fosse uma seta no coração ou um daqueles discos voadores na cabeça que me fazem ver pintainhos ou patinhos, como um sinal de que devia acordar do sonho que é a expectativa. Sou assim em relação a amizades e aprendi a ser assim em relação a namoros. Prefiro ser surpreendida, e caso seja de maneira negativa, quero já estar preparada para tal. Sei que isto é mau, mas aprendi a ser assim e não sei se me arrependo.
Embora diga isto, tenho poucas expectativas, como disse anteriormente, o que significa que as tenho. E, desta vez, tenho em relação ao novo ano que entrou há 3 dias atrás. Tenho-o em parâmetros muito altos porque tenho planos para este ano. Fui fazendo uma lista de objectivos, e as minhas poucas expectativas que estão em cada bocadinho do meu corpo centram-se todas no que tracei para 2015. Não sei se me arrependo de ter traçado esses parâmetros, mas visto que não sou uma pessoa de arrependimentos, acho que vou ao sabor do vento. Espero mesmo que 2015 seja um bom ano para mim e para todas/os vocês, com ou sem expectativas.