quarta-feira, janeiro 21, 2015

NOVO || Lefties boots

Como já disse, fiquei a conhecer a Lefties muito recentemente. As minhas amigas e uma prima minha já me tinham falado sobre a loja, que tinha roupa muito bonita e preços bastante acessíveis, mas nunca tinha nem visitado o site nem entrado numa loja da marca. Como tal, só visualizava produtos da loja através das minhas amigas porque têm algumas peças de roupa de lá e gostei bastante das que elas me mostraram. Mas nunca tinha visto os sapatos! 

Toda a gente sabe que sou louca por sapatos, sejam de salto alto, - que raramente uso, porém adoro - sejam botas, botins, sandálias, rasos, um pouco de tudo, e aquela loja foi um paraíso de sapatos para mim! Fez-me lembrar bastante a Primark em vários aspectos, todavia fiquei mais encantada pela Lefties porque tudo o que se relacionava mais com o meu gosto. Bem, estava eu nos sapatos. No dia em que fui com a minha mãe aos saldos na semana passada, fomos então à loja no Strada Outlet - which means preços mais baratos!!!! - e vi lá estas botas lindas e super parecidas com um par que tinha mas que já se estragaram, e quando olhei para o preço, pensei logo que valia muito a pena comprá-las.




Lefties. Preço original: 29,99€. Preço de saldo: 15,99€. Preço de saldo e outlet: 12,99€

Exactamente, comprei estas botas por 13€ e nem fazia ideia até chegar à caixa e marcar na caixa registadora este preço, porque tinha lá marcado a grande o preço só de saldo e estava mesmo convencida de que era essa a quantia que elas me iriam custar. Afinal foi ainda mais barato do que pensava. 

Como podem ver, já dei algum uso a estas botas e são super confortáveis. Têm uma cor bonita que dá com a grande maioria da minha roupa, dão bom andar, têm um salto médio que gostei muito - prefiro este tipo de saltos em botas -, e têm aquelas tiras de lado para lhes dar um ar um bocadinho menos monótono. Há unicamente uma coisinha que me incomoda, que é o barulho que elas fazem a andar. Parece que estou a usar sapatos de salto alto em vez de umas botas, mas já me comecei a habituar a ele. Tirando isto, não tenho mais queixas, e sei que vou utilizá-las tanto que, mais cedo ou mais tarde vão pelo caminho das que tinha idênticas a estas.  

terça-feira, janeiro 20, 2015

OH, LOVELY || Ano novo, corte novo

A vida é feita de mudanças, e nós vamos mudando com ela. Acima de tudo, fazemos mudanças em nós e, por vezes, no que queremos. Muitas pessoas se aproveitam do virar do ano e sai das suas bocas "ano novo, vida nova". Não sou "adepta" desta expressão porque acho que isto só acontece se realmente quisermos, em alguns aspectos. Estamos em constante modificação e isso depende de nós, e, como tal, hoje cheguei ao meu "ano novo, corte novo" e ainda estou a passar o processo de adaptação ao meu novo corte de cabelo. A verdade é que, por muito que eu mude de corte e seja de minha vontade, acabo sempre por me arrepender nos primeiros 5 dias, tenho sempre tendência para arranjar um mínimo detalhe para não gostar de como ficou o resultado, mesmo que tenha sido exactamente o que eu pedi que fosse feito. É um "arranjar desculpas" para nunca estar agradada durante esse curto - que me parece enormíssimo - espaço de tempo; porém, na verdade, a mudança só foi possível porque eu a quis, dependeu totalmente de mim. Cá estou eu no meu processo de negação!

Antes que continue nas minhas queixas, deixo-vos aqui um antes e depois do meu cabelo, o "ano velho" e o "ano novo". 

























Apesar de não parecer muito, faz-me uma diferença gigante porque estou (ou estava) habituada a mexer nos meus "longos" cabelos. Para além disso, corei o loiro que tinha do verão, portanto cabelo loiro, agora só a partir de Junho! Apesar disto, o meu cabelo assim curto está muito mais saudável do que estava antigamente, e é a partir de agora (prometo) que o começo a tratar em condições. 

segunda-feira, janeiro 19, 2015

AMOR É...

Amor é chegar da escola e contar-me logo o que aconteceu, seja bom ou mau. É confiar tudo em mim, todos os segredos de criança, todas as suas tristezas e todas as coisas que lhe transmitem felicidade. É quando está a chorar, eu ir atrás e dizer "senta-te no meu colo" e chorar ao meu ombro. É quando me diz "amo-te até ao fim da galáxia", depois de eu lhe dizer "amo-te tanto quanto todos os grãos de areia que existem em todo o mundo" e continuarmos nesta espécie de disputa para ver quem ama mais quem. É cuidar de mim quando eu estou doente e dizer-me as palavras mais amorosas que alguém pode ouvir. Quando está doente, faço-lhe exactamente o mesmo. É fazermos maratonas a ver filmes da Disney. É toda a alegria que me faz sentir por qualquer coisa que faça, mas também é dar-me cabo do juízo e ter que lhe dizer o que fez de errado. Amor é mesmo quando leva à letra o que digo em relação a isso, e acaba por modificar o seu comportamento! É quando se entusiasma ao máximo e vem a correr para me mostrar algo. É o carinho que sentimos e aprendermos a gostar dos programas que apenas uma de nós víamos. É eu estar sempre à procura dela e ela à minha procura. É querer-me para dormir a seu lado e, quando estou perto, não me largar. É ela ver-me e correr para mim e dizer "manaaaaaaaa" e virem-me lágrimas aos olhos só de sentir o seu abraço. É ela despertar o melhor e o pior de mim. Amor é ela ter 7 anos e eu ter 19 e ela ser a minha vida, o meu mundo. Para mim, amor chama-se Beatriz e não consigo imaginar a minha vida sem ela. 

Imagem retirada da internet

ESPECIAL: THE OSCARS 2015 || "The Theory of Everything"

Já é de conhecimento público os nomeados para a octagésima sétima gala dos Óscares e, como já é tradição minha, dei ontem início à visualização dos filmes que estão nomeados para a categoria de Best Picture. Já vi o filme "Boyhood" e o "Gone Girl" há uns dias atrás, mas preferi começar pelo filme que vi esta noite, "The Theory of Everything".

Nomeado para 5 Óscares, a história de vida do conhecido Stephen Hawking foi a grande inspiração para este filme biográfico, que se tem como início a procura e inspiração de um jovem universitário para a sua tese de Doutoramento na universidade de Cambridge. Aluna da mesma universidade, apesar de estudante de um curso paralelo a Stephen, Jane vive uma intensa história de amor e companheirismo com o físico. Para além desta história de amor, há também o balanço entre o "conflito" da criação do universo, ou seja, a física e a crença em Deus, na qual Stephen não acreditava, ao contrário da sua namorada e futura esposa, Jane. Aos 21 anos, é diagnosticada uma doença a Stephen, chamada Doença do Neurónio Motor, a qual o afectará para o resto da vida. O físico começa a perder as capacidades motoras, tendo-lhe sido dado apenas dois anos de vida, ou seja, morreria aos 23 anos de idade. 

"The Theory of Everything" é um filme que mostra como a vida do físico e escritor mudou radicalmente, tendo também mudado a de Jane e dos três filhos do casal. Transporta-nos para os obstáculos diários que o casal viveu, todas as inseguranças e contínuas adaptações às quais se tiveram que remeter dia após dia. Mostra-nos a força de Jane e a humanidade de Stephen, que, apesar da sua doença, não se deixou levar totalmente pela mesma e conseguiu alcançar parâmetros fenomenais no mundo da ciência, com todas as suas teorias sobre o universo, estrelas, buracos negros e o tempo. 

Um filme que soberbo, que nos levou para o dia-a-dia de uma família com obstáculos que parecem ser impossíveis de ultrapassar, que nos faz valorizar a vida, os momentos que temos; que nos faz aprender que uma relação não é só amor, trata-se também de companheirismo, lealdade, força e humanidade. Trata-se de arranjar soluções para os obstáculos que aparecem à frente e ao qual fizeram frente com todas as forças que se tinha. Faz-nos ver o peso que tem o amor na amizade, não deixando para trás quem realmente gostamos, dando provas do que realmente é a amizade, principalmente numa situação tão peculiar como a que Stephen passou e continua a passar. Faz-nos ver a luz quando parece que estamos no fundo do túnel, e essa luz é a força, a resiliência, a capacidade de não desistir, e a busca pelo sucesso. 

Esta biografia abordou-me de uma forma que, pessoalmente, não esperava e captou toda a minha atenção do início ao fim do filme. Tocou nas minhas emoções de uma maneira tão intensa que as minhas lágrimas foram inevitáveis. Não me ficou indiferente de maneira alguma. Foi quase como se pudesse sentir o amor, a felicidade, a dor, o desespero, a força, o sucesso, a lealdade e companheirismo dos actores enquanto representavam estes papéis. No meu ponto de vista, Eddie Redmayne viveu Stephen Hawkins, tal como Felicity Jones viveu Jane. 

"A mente dele mudou o nosso mundo. O amor dela mudou o mundo dele". 

domingo, janeiro 18, 2015

PORTUGAL DE CORAÇÃO || Guincho e vila de Sintra

Adoro passear. Adoro conhecer os cantos, recantos e encantos de Portugal. Adoro conhecer a história de cada sítio, de cada cidade e observar a arquitectura e beleza de cada edifício, de cada rua. Adoro conhecer as praias, conhecer os perigos da natureza que se entrelaçam com a beleza única de cada lugar, que é "dado" aos nossos olhos cada pormenor que faz realmente diferença em todos os lugares por onde passamos. 

Hoje fui passear ao Guincho e à vila de Sintra com a minha prima, a minha tia e o meu tio e, apesar do céu deprimente com chuva, nevoeiro e algum vento, foi uma tarde bastante agradável em (parte da) família, onde pudemos observar a natureza e a beleza histórica, se bem que de maneira muito rápida. Como se costuma dizer, "foi uma visita de médico" onde pudemos ser gordos e comer travesseiros e onde fomos enganados no chocolate quente (que nos irritou imenso!)










São sítios onde raramente vou, mas que me deixam sempre encantada e parecer uma turista por andar com o telemóvel na mão a fotografar imagens que representam historicidade e beleza. São lugares que, por mim, estava quase sempre a visitar, até porque me transmitem calma (no caso do Guincho) e, para além disso, adoro estar em contacto com a natureza. São dois das centenas de lugares e paisagens lindíssimas que temos no nosso Portugal.