sábado, janeiro 24, 2015

BELEZA || Os meus indispensáveis

Hoje trago-vos um post diferente do habitual, um tema sobre o qual nunca escrevi aqui, mas hoje decidi inovar um bocadinho e trazer-vos algo novo. Nunca fui uma rapariga muito dada a cremes e produtos de beleza porque sempre tive preguiça para hidratar a minha pele dessa maneira, mas desde o Verão antes da minha entrada para a faculdade comecei a cuidar mais de mim nesse aspecto. Comecei a hidratar a minha pele mais regularmente, experimentando diversos cremes de marcas diferentes mas, por muitas experiências que eu faça, fiquei rendida a uns e não os dispenso por nada. Estou a falar de cremes básicos para as mãos - que me esqueço imensas vezes de levar comigo na mala, acho que ainda não ganhei esse hábito -, creme hidratante para depois do banho, BB creams e bálsamo para os lábios. São coisas muito básicas mas que fazem imensa diferença na pele (pelo menos na minha) e das quais não dispenso! 



Adoro esta loção hidratante do Boticário, cheira tãooooooo bem e mantive-me fiel desde que me ofereceram no natal de 2013. A minha pele começou a ficar menos oleosa desde que comecei a utilizar este creme e fica mesmo bem cheirosa durante algumas horinhas. Mas o que me puxa mesmo a comprar sempre é o cheiro, é maravilhoso.


Este creme para as mãos acho que foi a minha mãe que me ofereceu uma vez e, quando acabou, tive que comprar mais porque deixa as minhas mãos tão macias e bem cheirosas. Nunca tive as mãos super secas, mas já aconteceu uma vez ou outra tê-las um pouco secas e este creme ajudou imenso a que elas ficassem macias de novo.


Comecei a descobrir muito recentemente o mundo dos BB creams e fiquei rendida. Este é da Oriflame e gosto bastante dele, hidrata e ilumina a minha pele, e realmente quando o utilizo vejo algumas diferenças, acima de tudo por causa de algumas pequeninas borbulhas que tenho na face.


Este bálsamo para os lábios é quase milagroso e eu adoro-o. É da Oriflame e já é o segundo boião que tenho (também são tão pequeninos) e é quase como magia para os meus lábios quando os tenho secos porque ficam mesmo suaves ao fim de poucas aplicações. Para além disso, hidrata-os. Fiquei rendida.

SOCIEDADE || Chumbo da adopção por famílias homoparentais

 Foi, mais uma vez, chumbada no parlamento a adopção por casais homossexuais. Dia 21 deste mês os ministros e políticos votaram e foi este o veredicto ao qual chegaram. Este é um assunto no qual gira muita polémica à sua volta, que divide a sociedade e que gera muita revolta, e com toda a razão. Quando falo em revolta, refiro-me a quem apoia e luta pelos direitos de igualdade entre os casais hetero e homossexuais. E eu, sendo apoiante de que todos merecem ser felizes e criar família, independentemente da orientação sexual, estou revoltada com esta decisão tomada no parlamento. 

Toda a gente merece ser feliz e deve lutar pela sua felicidade e objectivos, e é exactamente isso que se está a fazer. Há demasiado preconceito à volta desta situação, preconceito esse que não deveria existir em pleno século XXI. Um dos maiores preconceitos, na minha opinião, é rotular logo ao se dizer "casais homossexuais" e não se chamar aos casais ditos "normais" (como se diz muito por aí) "casais heterossexuais". Claro que isso não se ouve em lado nenhum, porque lá está "Deus criou o homem e a mulher para os dois sexos se juntarem, e não pessoas do mesmo sexo". A minha resposta a isto é - e peço imensas desculpas pelo palavreado - uma merda. Primeiramente, não há mal nenhum em amar pessoas do mesmo sexo. Após tantos anos a lutar pelo casamento que, em 2010 foi finalmente aceite em Portugal, cortam assim "as rédeas" no que toca a constituir família. 

Não é por se estar casado ou viver com um parceiro que seja do mesmo sexo, que vão deixar de querer ter filhos e dar continuidade à família. Não é por ter pais homossexuais que se vai ser menos feliz. Aliás, nem todos os filhos de casais heterossexuais são felizes! Há tanto preconceito à volta da adopção, que nem olham para as famílias que têm um membro masculino e um feminino e que deram continuidade à família e que tratam mal os filhos, filhos esses que são do seu sangue! Para esses casos já não há tantas limitações, mas para um casal em que existem dois pais ou duas mães, muda tudo de situação de maneira absurda. 

Claro que não deve ser nada fácil para uma criança estar na escola e haver as perguntas do pai e da mãe e elas terem uma família homoparental, Ninguém questiona isso, certamente. Mas se há a hipótese de uma criança sair de um orfanato e ir para uma casa feliz, uma família que trate bem a criança, que sejam os pais dela e que lhes expliquem a situação quando tiver uma idade em que comecem a entender as coisas, porque não apoiar esta adopção? Há a possibilidade de proporcionar felicidade à criança. E não é por estar numa família que seja homoparental, que signifique que os filhos sejam da mesma orientação sexual que os pais. 

As crianças gozam ou brincam com as situações, claro que sim, mas muito desse gozo vem de casa, vem da educação que os pais dão às crianças, não no sentido de dizerem "esta pessoa não é boa porque têm duas mães ou dois pais" mas sim explicando que existem casos desses e que não devem ser considerados diferentes de todas as outras famílias. 

Se há amor para dar, não se deve limitar o constituir de uma família. Estão a proporcionar felicidade e um lar às crianças. Não passa a ser um amor diferente por ser de x ou y orientação sexual. Se se fala tanto em igualdade e numa sociedade unida com os mesmos direitos, porque não se começa realmente agir em relação a isto, e se deixar de tanto preconceito? 

sexta-feira, janeiro 23, 2015

ANTES DE MORRER

Sou uma entusiasta de arte e algo que prezo imenso é entrar num museu ou galeria de arte e passar lá horas se necessário, a observar e apreciar as peças expostas. Tenho uma grande lista de museus a visitar, mas se dúvida alguma que um dos que quero visitar é o Museé du Louvre, em Paris. Desde pequena que o quero visitar, é onde se encontram os maiores clássicos e mais famosas obras de arte, onde abrange cerca de 8 mil anos de história e cultura do Ocidente e Oriente. É um sítio que ambiciono imenso ir antes de morrer. 

quinta-feira, janeiro 22, 2015

MÚSICA || "I Bet My Life (remix)"

Acho que todos ou quase todos conhecemos as bandas Imagine Dragons e Bastille. Sou muito fã de ambas as bandas que actuaram na edição passada do Optimus (tendo mudado no mesmo ano para NOS) Alive e deram bons concertos no festival. Cada uma das bandas produz óptimas músicas (na minha opinião), que ficam no ouvido e cujas letras saem das nossas bocas quando ouvimos na rádio ou fora dela. 

Uma das mais recentes músicas dos Imagine Dragons chama-se "I Bet My Life" e se já por si é muito boa para os meus ouvidos, mais encantada fiquei quando ouvi o remix que os Bastille fizeram da música. É uma junção excelente, que certamente muitos fãs ansiavam há algum tempo. Apesar de ser "apenas" um remix, o produto final está a ser bem recebido por muitos. Se ainda não ouviram, deixo-vos aqui a música. 

ESPECIAL: THE OSCARS 2015 || "American Sniper"

Mais um filme que pude riscar da lista de nomeados para a gala de este ano dos Óscares. Desta vez, dediquei o meu tempo ao muito falado filme nomeado para 6 Óscares, realizado pelo ilustre Clint Eastwood "American Sniper", (que acho que ainda não está nos cinemas cá em Portugal), um drama controverso, baseado numa autobiografia, onde entra o famoso actor Bradley Cooper a "vestir" a pele de sniper do exército americano na guerra no Iraque. 

A personagem representada por Bradley Cooper, de seu nome no filme Chris Kyle, é um texano um pouco agressivo porém divertido, que quando era criança aprendeu a caçar com o pai, e aos 30 anos decide ingressar no exército norte-americano. No exército, é destacado como sniper e tem um papel muito importante em todo o desenrolar da guerra no Iraque. Fica conhecido como o mais infalível sniper no exército, sendo reconhecido por toda a gente. Conhece uma mulher com quem se casa e tem filhos, que sofrem bastante com a ausência de Chris. 

O papel do actor principal do filme tem sido alvo de duas interpretações que não digo que sejam erradas: uma é o assassino em série ou serial killer, devido ao seu cargo no exército, matando pessoas inocentes que lhe pareciam suspeitas de algo, que, no entanto, este não tinha a certeza de tal;  outra é o facto de ser considerado um herói por muitos, por ser infalível, matando fortes ameaças iraquianas na guerra, protegendo assim o exército norte-americano e também o seu país. Para além destas interpretações que dividem o público que visualizou o filme, há também quem considere que este é um filme que ataca os islamitas, através de todas as mortes e acusações feitas no filme. 

Chris é também um homem que vive com um stress pós-traumático por causa da guerra, sendo perseguido pelos fantasmas da mesma. Viu parceiros morrer, matou pessoas, inclusive crianças que estavam envolvidas na guerra - as crianças era o que lhe mais custava, e Cooper conseguiu transmitir isso de maneira plausível. Quando acaba a sua quarta e última missão no Iraque, Chris volta para casa e demora algum tempo até conseguir aceitar que a guerra acabou e já não vai mais vestir o fato de soldado que antes envergava diariamente. Desde ouvir coisas na sua cabeça, imaginando ao mesmo tempo as paisagens de guerra, até comportamentos estranhos e inadequados no seu quotidiano já só como civil, Chris afecta também a sua família. 

Pessoalmente, digo-vos que gostei do filme simplesmente pela razão de que nos mostra alguma realidade passada na guerra, sejam boas ou más acções dos soldados e para com os islamitas, tratados no filme. Achei genial o facto de representar tão bem a maneira de como os soldados actuam durante o período de guerra onde se situam, querendo eu destacar que conseguimos ver através deste filme onde eles erram também como soldados. Para além disto, achei importante frisar o facto de transmitir o que passam os soldados após o termino das suas missões, toda a dor e angústia, desespero e o quão agarrados ficam ao que passaram anteriormente. Do meu ponto de vista é muito importante mostrar isto porque há muita gente que não tem noção do que os soldados passam e que, apesar da vida continuar quando acabaram o serviço, a guerra continua presente nas suas vidas. Também gostei de todo o ambiente envolvente da família de Chris, o que demonstram e o que sentem, neste caso saliento o que passou a sua esposa. Transmitiu também o que passam e sofrem, neste caso, os islamitas, que foram vítimas de alguns abusos por parte dos soldados, acima de tudo islamitas inocentes. 

Acima de tudo, não acho que "American Sniper" seja um filme de glória, mas sim de sofrimento. Só há um momento de glória em todo o filme, mas esse tem imensas represálias, não podendo ser, na minha opinião, destacado como "glória" e "sucesso". 


Uma pequena nota: Sem os óculos de sol e a barba de metro e meio, o Bradley está um gatão neste filme.