sexta-feira, janeiro 30, 2015

INSTAGRAM || Janeiro de 2015

Janeiro marcou-me com o mês de novas experiências, de mudanças, de etapas inesperadas na minha vida. Foi o mês em que acordei rodeada dos meus amigos, na sala, ao mesmo tempo em que tocavam os seis despertadores do telemóvel da Marisa. Entrei neste mês a dançar que nem uma parva, a criar boas memórias com algumas das pessoas que mais adoro. Neste mês dei um passo enorme na minha vida, um passo que considero ser maior que eu mas para o qual estou preparada para dar início. Janeiro marcou um período de mudança, apesar de não levar comigo o lema "ano novo, vida nova"; porém, estou-me a esforçar para uma saúde "nova" e não podia estar mais feliz porque todo o esforço que estou a aplicar nesse meu objectivo, está a dar frutos positivos. Apesar disto, não resisti e comi algumas gordices. Foi o mês em que disse "estou farta de férias" porque me sinto isolada e a morar no fim do mundo. Experimentei, pela primeira vez, fazer a minha sobremesa favorita e guess what? Ficou deliciosa! Janeiro foi o mês que marcou o meu retorno ao Mojito In August, ao fim de quase 6 meses longe. No rescaldo deste mês, o meu Janeiro foi uma óptima maneira de começar o ano. 


(Na horizontal) Felicidade.
É com esta palavra que descrevo a noite que marcou o fim de Dezembro e saída de 2014 para a entrada de um novo ano. Foram criadas memórias fantásticas, rodeada de pessoas que adoro. Esta noite representou também o alcance de um objectivo que todos tínhamos em comum: passar o ano novo juntos, e 2014 foi o ano em que o conseguimos fazer. Com imensa parvoíce e diversão, não podia ter entrado de maneira melhor em 2015.

Adriana MasterChef!
Desde o ano passado que me ando a aprimorar no mundo da culinária, principalmente no que toca a pastelaria e tenho-me conseguido safar bastante bem. A primeira tentativa do mês foi a minha sobremesa favorita, petit gateâu e o quão bem me soube poder comer isto sem ir a um restaurante e gastar um dinheirão ou sem comprar estes bolinhos congelados que se vendem no supermercado. Cá em casa a família gostou bastante, o que significa que tenho cartão verde para voltar a fazer estas delicias de chocolate.

Retratos com os quais a natureza nos presenteia.
Esta fotografia foi tirada na Ribeira das Naus, no fim de uma tarde espectacular. Uma das coisas que gosto imenso no Inverno é de estar na rua e me sentar num sítio agradável a ver o pôr do sol e poder ver a transformação do céu, que parecem autênticos quadros prontos para exposição.

Gordices...
Tenho ido bastantes vezes ao centro comercial do campo pequeno e, sempre que vou lá, passo pela banca dos crepes e fico sempre babada, acima de tudo por ver lá a palavra "Nutella". Bem, admitamos que isto é uma maneira de "ligar"automaticamente as nossas papilas gustativas e o nosso coração, que vai derretendo de tão partido que fica por comer este bem precioso de chocolate. Apesar disso, este mês fui aquecer um bocadinho o meu coração e comer este crepe que, digo-vos, valeu cada cêntimo que paguei por ele. Eu, a minha barriga e o meu coração fomos felizes. 

... gordices...
Estes swirls da Olá são maravilhosos, principalmente porque podemos escolher os ingredientes para misturar no gelado. Eu remeto-me sempre ao mesmo, american cookies, brownies, nougatine, mais american cookies, morango e, no topo, mais brownies. Gordices, portanto, só que desta vez, com os amigos da faculdade. 

Como é bela, a natureza!
Neste dia, os meus tios decidiram tirar-me de casa e fomos passear até ao Guincho e, mais tarde, à vila de Sintra. Adoro ir ao Guincho, apesar de ser um dos sítios onde vou raramente, mas é um dos que com mais carinho guardo no coração porque é onde sinto que estou realmente em contacto com a natureza. 

Ano novo, corte novo.
O cabelo já era algo que me andava a chatear desde Novembro, mas faltava-me a coragem para me dirigir ao cabeleireiro e dizer "Quero cortar o cabelo". Em Janeiro, a coragem apoderou-se de mim e foi este o resultado e, ao fim de uma semana de corte novo, continuo a odiar como está. Acho que este foi o meu maior arrependimento do mês, não o facto de ter cordado, mas o ter cortado tanto.

... e mais gordices!!!
Acho que este foi o meu maior pecado do mês mas como soube tão bem! Foi a minha primeira vez no Honorato e os hambúrgueres são d-e-l-i-c-i-o-s-o-s!!!! Apesar de ter ficado um bocadinho caro, valeu, sem dúvida alguma, a pena de ter gasto o dinheiro que gastei nesta refeição. É algo para repetir, se bem que só o poderei fazer daqui a alguns mesinhos. 

Olá comida (e vida) saudável.
Tendo mostrado tantas gordices, nem parece que estou a comer de maneira mais saudável. Mas a verdade é que todos os dias como comidinha boa e que faz bem, e estou bastante contente por isso porque já me começo a sentir melhor comigo mesma. Para além disso, estas misturas saudáveis agradam-me muito!

E o vosso Janeiro, como foi? Contem tudo! Beijinhos, Adriana 

quinta-feira, janeiro 29, 2015

AMIZADE || Saudades

Valorizo muito as amizades que tenho. Mas é mesmo os Amigos, exactamente com "a" grande, aqueles que estão comigo quer eu faça algo muito bom, quer faça a coisa mais estúpida possível, não os de conveniência (a esses nem considero amigos). Prezo mais que tudo os amigos a quem posso contar tudo, nem que seja um simples "torci o pé" ou "estou no sofá" (isto às vezes acontece) e que daí surgem conversas maravilhosas e infinitas, com muita parvoíce à mistura. Amigos esses, com quem falo todos os dias e que me partem a cabeça por coisas más que fiz, e que me abraçam ou dizem palavras confortantes mas, acima de tudo, sinceras, quando consigo alcançar algum objectivo ou partilho algum momento de felicidade. O tipo de amigos que, podemos sentar-nos num muro ou no chão e passar horas a conversar sobre as coisas mais estapafúrdias que nos vão na cabeça; amigos que, repentinamente, dizem "vamos aqui ou ali" e vamos mesmo, criando sempre óptimas memórias juntos. E é exactamente disso que tenho saudades. Tenho saudades dos meus amigos, dos que me acompanham diariamente, não importa se pessoalmente, por mensagens ou se pelo chat do facebook. Sinto a falta de estar com eles e de voltar à rotina. Saudades porque cada um de nós mora no fim do mundo e é do mais difícil conseguirmos encontrar-nos em época de férias. Saudade. 

Fonte: weheartit.com
Acabei de saber de mais uma nota que foi lançada este semestre, e não podia ter ficado mais feliz. 15 a Cultura Renascentista que me surpreendeu bastante, apesar do professor ter dito que estava indeciso entre o 14 e o 15 para nota final, e sou honesta, perdi toda a fé na melhor nota, e foi algo que lhe disse quando recebi a nota do último teste. De qualquer maneira, está feita e foi com uma nota boa e estou feliz! 3/4 já estão, que venha a de Análise Textual. 

Fonte: weheartit.com

quarta-feira, janeiro 28, 2015

ESPECIAL: THE OSCARS 2015 || "The Grand Budapest Hotel"

"The Grand Budapest Hotel", um filme de Wes Anderson é mais um dos nomeados para a edição deste ano dos Óscares, e conta a história de um concierge chamado Gustave, que trabalha num hotel que é reconhecido por ter bons padrões de atendimento, sendo também uma instituição com instalações luxuosas. No hotel, Gustave conhece o novo paquete, Zero Moustafa, a quem transmite todos os ensinamentos de como deve ser um bom "Lobby boy". Zero é também o grande companheiro nas mirabolantes aventuras de Gustave, desenvolvendo assim uma grande amizade e lealdade entre os dois. 

Esta relação cresce entre o paquete e o concierge numa viagem a casa de uma falecida amante de Gustave, e, após lhe ser deixado em testamento um quadro muito valioso, totalmente contra a vontade do filho Dimitri, Gustave decide, com ajuda de Zero, roubar o quadro e escondê-lo. Após o roubo, Gustave é apanhado pela polícia e acusado de homicídio. O filme trata toda a acção envolvente em torno desta situação, passando por prisão, pela procura de uma testemunha importante para o caso, os assassinatos de pessoas importantes envolventes, e pela fortuna deixada em testamento da falecida amante, enquanto o país passa por diversas mudanças devido à guerra. 

Este filme de Wes Anderson entrou automaticamente para a minha lista de filmes favoritos. É impensável não rir genuinamente com os actores, com toda a caracterização. Digo-vos que adorei os cenários, todos muito bem caracterizados, com todos os pormenores necessários que representam a época, as roupas, até a maneira de falar, parecia toda uma ingenuidade claro que muito bem planeada. Achei que, enquanto via o filme, estava a observar, admirar um quadro muito bem pintado, um quadro deveras inteligente. É, na minha opinião, um dos favoritos para vencedor nesta edição dos Óscares. 

OH LOVELY || Querer não é poder

Nunca tive um animal de estimação que fosse meu. Quando era pequenina, os meus avós tinham um gato chamado Alf que era um autêntico Garfield e, na altura ainda não morava com os meus avós, portanto sempre que vinha cá a casa com os meus pais ia logo brincar com o gato que era maior que eu (diga-se de passagem que eu tinha por volta dos 2/3 anos de idade). Curiosamente, são das poucas recordações que tenho da altura em que tinha essa idade, e de vez em quando a minha cabeça faz-me retomar para essa época e sinto um sorriso a esboçar-se na minha boca. E é aí que me apercebo do quanta falta me faz um animal de estimação. 

Adoro animais, apesar de não passar tempo quase nenhum rodeada de algum, mas gosto imenso deles e sou um alvo muito fácil para me aproximar de um cão quando convivo umas míseras vezes com ele. Quando era pequena e já morava com os meus avós, havia um cão abandonado cá na rua, que foi adoptado por todos os moradores, mas eu insistia diariamente para com a minha avó para trazermos o Bolinhas (era o seu nome) para casa, e era incrível como chorava sempre que ela me dizia que não, que não tínhamos espaço suficiente para trazer o Bolinhas connosco. Quando o Bolinhas morreu, lembro-me de que sofri bastante porque, mesmo não sendo meu e não morando em minha casa, ele era "meu", era da rua inteira, e eu gostava de brincar com ele, mesmo que os meus avós reclamassem comigo porque não sabiam onde ele tinha andado com as patas. Eu queria lá saber, só queria brincar! 

Tal como quando um dos filhos da namorada do meu pai tinha lá a sua cadelinha em casa, eu adorava ir passeá-la, ou até mesmo quando estava com o meu ex-namorado em casa dele, adorava brincar com os cães dele e ir passeá-los; tal como adoro o cão do meu namorado, apesar de ter estado apenas uma ou duas vezes ao pé dele, adorei-o automaticamente. E tudo isto me faz ficar contente, porém triste porque me faz aperceber de que quero, preciso de um cão para me fazer companhia, para ser o meu melhor amigo, para poder cuidar e tratar dele, para o ter perto de mim. Quero um amiguinho que salte para cima de mim e me lamba a cara e que se deite nas minhas pernas e adormeça enquanto lhe faço festinhas. Quero poder ir passeá-lo e correr com ele. Quero ter todas as "dores de cabeça" que um cão dá. "Quero, quero, quero" porém não posso, por agora. E isso custa-me muito. 

Fonte: weheartit.com