quarta-feira, julho 22, 2015

fonte: weheartit

O meu dia de ontem foi marcado como "o dia em que tive a minha última aula de código". Não sei como é nas outras escolas de condução do país, mas a aula 28, que é a última na minha escola de condução, é uma aula de exame, ou seja, fazemos tal e qual um exame de código, só que é de preparação para o mesmo. Para minha alegria, após fazer o tal exame, apercebi-me de que não tive uma única resposta errada. O instrutor proferiu-me exactamente estas palavras: "Estás mais que pronta para fazer o teu exame de código". Felicidade all over me

terça-feira, julho 21, 2015

VÍDEO || "If your boyfriend hits you, it's a sign of love"

Este vídeo, passado no internacionalmente famoso programa "Dr. Phill", trata uma rapariga, em conversa com o apresentador do programa, após a convidada ter gravado e publicado nas redes sociais um vídeo onde diz que se os vossos namorados vos bate, é porque vos ama. A rapariga, chamada Romina, afirma ainda que, se o vosso companheiro vos bate e arrisca a sua liberdade por vocês, correndo o risco de ir preso, é porque se preocupa convosco.



Apesar deste episódio ter sido em Janeiro, só agora tive conhecimento do vídeo, e a minha única reacção é o choque. Eu sei que a grande maioria de nós apoia a liberdade de expressão, e o respeito mútuo, mas não consigo entender ou respeitar a opinião desta rapariga. Acho isto doentio. Se tu levas porrada do teu namorado, é porque ele se preocupa contigo, porque te ama? Isto é afirmar que violência doméstica é algo natural e aceitável! O que mais me preocupa é que, mesmo com todas as críticas a que é apontada, a rapariga continua com a sua ideia (é óptimo sermos pessoas de ideias fixas, mas em relação a isto, acho que é doentio). Estou revoltada!

FAMÍLIA || De geração em geração

Vivo com os meus avós desde os 3 anos. À parte dos meus pais, foram eles quem sempre me educaram e cuidaram de mim. Era a minha a minha avó que, quando eu era mais nova, me vinha acordar para ir para a escola. Hoje em dia ainda o faz, independentemente de eu programar ou não o despertador; tornou-se um hábito, uma rotina na vida dela, e eu agradeço por isso não mudar. Era o meu avô que, quando eu era ainda criança e ao longo da minha adolescência, me sentava ao lado dele no sofá e me ensinava a jogar às cartas. E o gosto que ele tinha em fazer isso, via-se a alegria no rosto dele enquanto ele me explicava as regras deste ou daquele jogo. O jeito dele para baralhar cartas nunca foi muito, mas fazia-o com convicção. 

Durante os meus 19 anos de vida, foram eles que (tirando os dias em que dormia em casa do meu pai ou em casa da minha mãe) me vinham, e ainda vêm, apagar a televisão e a luz do quarto, quando adormecia inesperadamente. Ainda anteontem isso aconteceu: a minha avó chegou ao meu quarto ainda o relógio não marcava as 23 horas, e já estava eu a dormir, com uma perna para um lado da cama e a outra encostada à parede, enquanto me babava para a almofada. 

Ontem à noite, os papéis inverteram-se. Fui eu quem deu por eles a ressonar, de tão cansados que estavam. Dirigi-me ao quarto e à sala - onde a minha avó gosta bastante de dormir - e desliguei-lhes a televisão e a luz dos candeeiros. Naquele momento, senti-me responsável por eles, pelo conforto deles; senti-me feliz. Feliz porque fiz exactamente aquilo que eles me faziam e, apesar de raramente acontecer, ainda fazem. Transportou-me para a minha infância, e isso encheu-me o coração de alegria. Sinto que cuido deles como eles sempre cuidaram de mim. 

fonte: weheartit

segunda-feira, julho 20, 2015

ANTES DE MORRER

Voltou!!! Esta rubrica (não sei ao certo se a posso definir desta forma) está de volta, ao fim de todo o meu tempo de ausência e de esquecimento já depois de ter retomado a minha vida na blogosfera. 

Como mega fã assumida da saga "Harry Potter", tenho um desejo enormíssimo (porque apenas "enorme" ou "muito grande" não chega para definir) de visitar o The Wizarding World of Harry Potter, em Orlando, Florida. Inaugurado em 2010, é um theme park que, como o nome indica, retrata o mundo dos livros e filmes cujo protagonista é the boy who lived. Este é o meu lado potterhead (nome dado a fãs da saga) a berrar, que se junta a uma das minhas coisas favoritas: parques temáticos. Para além de que, mesmo com 19 anos, ainda tenho a esperança de encontrar o meu Ronald Weasley. 



EVENTO || Super Bock Super Rock 2015

Como disse o meu instrutor de condução "Mais um festival no pulso". Se, nos últimos anos, não tenho ido a nenhum festival de Verão (porque o Rock in Rio não é nesta estação do ano), este ano estou a aproveitar ao máximo. O meu Verão estar a ser completamente diferente daquilo que pensava que iria ser no início de Junho, e está a superar qualquer tipo de expectativa que antes tinha. 

O Super Bock Super Rock voltou à cidade na sua vigésima primeira edição. A localização foi o Parque das Nações, e o recinto cobria um espaço enorme, inclusivamente o MEO Arena, local onde decorreram os concertos do palco Super Bock, o principal. Em relação à localização, foi muito bom ter sido em Lisboa, porque para além de capital, é também um local com imensos acessos a transportes públicos, o que podia facilitar muito as idas para casa após o festival. Contudo, a localização estragou em muito, para mim, o ambiente de festival. O primeiro ponto que tenho a apontar é os concertos do palco principal serem num recinto fechado. Para mim, não resultou, não gostei. Outro ponto que para mim é crucial num festival: poeira. Pode parecer um bocadinho parvo da minha parte, mas um festival necessita de poeira, é característico do ambiente, e o facto de estar a andar e sentar-me sobre pedra da calçada, meteu-me muita confusão. A juntar a estes dois aspectos, as pessoas não tinham um espírito festivaleiro. Estavam todos tão retraídos, não sei explicar. Senti algo completamente diferente da parte das pessoas, em comparação ao NOS Alive.  

Críticas à parte, não poupo elogios aos concertos que vi. Todos eles superaram as minhas expectativas, todos foram especiais à sua maneira. Os artistas interagiram bastante com o público, e puxaram muito por nós. Em alguns, via-se nitidamente a felicidade estampada na sua cara, devido à recepção da nossa parte. O público saltava, cantava, íamos, muitos de nós, até à exaustão. Lembro-me de ficar arrepiada variadas vezes, quando, em uníssono começávamos a cantar. 

O meu top 5 de melhores concertos que vi nesta edição do SBSR é (não desfazendo a qualidade dos restantes concertos que assisti): 1º Blur; 2º Bombay Bicycle Club; 3º Sting; 4º Florence + The Machine; The Drums. (Pretendo fazer um post sobre cada um dos concertos, não entrando em pormenores nesta publicação).

Com quatro palcos - palco Super Bock, palco EDP, palco Antena 3, e palco Carlsberg - onde passaram 48 bandas e artistas a solo, foi um festival bastante completo. Havia algumas animações no recinto, bancas onde podíamos participar para ganhar brindes, e bastantes opções alimentares. Este ano o festival contou também com uma exposição de fotografias tiradas ao longo dos 20 anos de festival, na qual podíamos ver fotografias do ambiente, do público, e de alguns que foram os melhores concertos desde a primeira edição. Foi um throwback bastante agradável, tendo ouvido bastantes pessoas a dizer que aqueles foram dos melhores concertos que já viram, mostrando-se nostálgicos em relação a tal. 

Este foi o meu primeiro ano de Super Bock Super Rock, e oxalá não seja o último. Apesar das minhas críticas iniciais (que mantenho), tenho a esperança que o festival volte para o Meco, e que continue com cartazes excelentes como foi o deste ano. Foi um festival bastante feliz. 





Como aconteceu no NOS Alive, no SBSR não tirei fotografias, exceptuando estas. Continuo a não ser meninas que anda de telemóvel na mão a fotografar ou gravar concertos. Nem ambiente.